FLOWFORMS – saiba mais

Flowforms são recipientes que revitalizam e oxigenam a água que por eles circula, permitindo que ela volte a fazer os movimentos que lhe são peculiares: espirais e lemniscatas (forma de oito deitado).

Os ritmos, fundamentais para a criação de todas as formas manifestas em nossos entornos, são conduzidos por processos fluidos em que a água é o elemento básico. À medida em que se move sobre a terra, a água aparenta perder sua órdem rítmica em consequência da multiplicidade de formas pelas quais passa. Através de uma observação mais acurada, pode-se perceber  que seu movimento essencial é a geração de meandros (curvas), vórtices (espirais) e lemniscata (forma de oito)

Este princípio é a fonte de inspiração para a criação artística destes recipientes cujas formas e superfícies, modeladas com precisão, atuam de maneira a permitir que a água, passando por elas, execute seus típicos movimentos ondulantes e sinuosos, revitalizando-se e readquirindo suas qualidades essenciais.

Podem ser colocadas em lagos, jardins, terraços ou dentro de casa. Revitalizam a água,  acalmam, energizando o ambiente e trazendo bons fluídos.

MÉTODO FLOWFORMS

O “método flowform” foi criado  por John Wilkes, na Inglaterra, no início da década de 1970. Após longa pesquisa sobre a  essência da água,  junto com   Theodor Schwenk ( autor de “O Caos Sensível” ) e George Adams (autor de ” A Planta entre Céu e Terra”), Wilkes se colocou a seguinte questão: será que pode ser criado um “órgão” que permita a água manifestar todo seu potencial? Fazendo experiências com diversos canais de água , de formatos diferentes, ficou evidente para ele que  determinadas relações de proporção aliadas à resistência pelo efeito da gravidade geravam ritmos pulsantes, vórtices, espirais e lemniscatas (forma de oito deitado).

Essa constatação levou posteriormente  à construção artística de recipientes onde a água, ao fluir por suas superfícies origina uma tragetória de fluxo em forma de oito (lemniscatas). O  método para  elaboração destes recipientes chamou-se  de  ” método flowforms”.

John Wilkes fundou um instituto para  dar continuidade às pesquisas deste método  e seu efeito na qualidade da  água: Virbella Rhythm Reserch Institute. Em 2008 lançou seu livro: Flowforms – O poder ritmico da água (traduzido e editado pela Editora Senac).                                                

USO DAS FLOWFORMS

Flowforms são usadas para inúmeras finalidades. Onde quer que haja água, flowforms podem prestar serviços em aspectos que vão desde os inteiramente  funcionais ou técnicos até os meramente estéticos. Exemplos de projetos já instalados e em funcionamento:

-estação de tratamento biológico de esgotos; mistura de preparados biodinâmicos; tratamento de água potável;  processamento de suco de frutas; processamento de alimentos; resíduo de fábrica de cosméticos; irrigação; tratamento de efluente agrícola; bebedouro de gado; banhos terapêuticos; jardins e parques   públicos (foto ao lado); recreação infantil; escolas; consultórios, e muito mais.